Entrevista completa (em francês) na transmissão da OTPLoL a partir de 9:06
Como você explica um começo de série tão ruim, em comparação com o terceiro e o quarto jogos? Foi a pressão quando vocês subiram no stage?
Acho que, no geral… No primeiro jogo, era o tipo de composição com que a gente simplesmente não joga bem, em que precisamos abrir vantagem no início contra equipes de ponta como aquela, sabendo que isso não é das coisas mais simples. E a nossa composição exige mesmo que a gente seja muito preciso no começo do jogo, nos momentos em que fechamos um e dois itens, e que lute sem parar. O problema é que não fizemos isso, então acabamos em um jogo equilibrado contra Yunara–Lulu e, bom, já adianto: você perde. Acho que eles abordaram bem essa situação.
O segundo jogo, digamos que foi azar. Simplesmente não tínhamos as mesmas informações, só isso. Achávamos que estávamos em um 3v3, acabamos em um 3v4 — bom, um 2v4 — e, a partir daí, o jogo desandou. E você acaba meio que obrigado a arriscar, a tentar encontrar boas jogadas. Então o jogo fica um pouco caótico, e é uma pena.
Antes de falarmos sobre o que vem pela frente para você: agora que vocês estão fora, quem você acha que vai até o fim? Vocês fizeram scrims contra todo mundo.
Gen.G com certeza vai à final, desde que não faça aquela semifinal clássica deles. Mas, sinceramente, acho que eles são muito bons. E eu diria que a BLG — acho que a BLG é o melhor time, mas é T1, e é a T1 contra a LPL, então não dá para saber. Acho que é muito complicado, porque… Eu ainda diria BLG, porque acho que eles são mais fortes no geral. Mas, sinceramente, tenho um enorme respeito por Peyz neste Worlds, acho que ele é muito, muito consistente e talvez consiga levar o time até o fim. E, por outro lado, a T1 como um todo vai ganhando muita confiança e jogando cada vez melhor. Mas eu ainda diria BLG e Gen.G.