Chris Greeley, da Riot, sobre os trailers do Worlds: "Não há impacto no orçamento dos nossos trailers principais" - DPM.LOL
porEthan Cohen•
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Entrevista
Chris Greeley, da Riot, sobre os trailers do Worlds: "Não há impacto no orçamento dos nossos trailers principais"
O responsável global pelo League of Legends Esports da Riot se reuniu com a DPM Esports em meio ao Worlds para uma longa conversa sobre a situação do ecossistema: por que o cenário de segundo escalão ainda não tem um modelo de negócios, o que o experimento Coach Comms realmente mostrou, a barreira dos vistos que a Riot não conseguiu superar, por que o formato do stage suíço não vai mudar e o que aconteceu com os trailers pré-jogo deste ano.
Você pode se apresentar e explicar o que faz na Riot?
Meu nome é Chris Greeley. Sou responsável global pelo produto do cenário competitivo de League of Legends. Trabalho em todos os nossos eventos internacionais, em toda a estratégia global do que fazemos e também com todas as nossas equipes regionais na elaboração de suas estratégias, para que tudo seja coeso.
Sim, sinceramente, estou muito satisfeito com os dois. O WSCI, ou o que as pessoas chamam de Worlds do segundo escalão ou Worlds em miniatura — achamos que a competição foi ótima. Acho que ele cria um caminho mais promissor para os jogadores do segundo escalão. No começo, a questão era: “O segundo escalão existe para desenvolver jogadores ou para que os times do primeiro escalão farmem slots?” Isso foi há muito tempo, lá por 2016. Acho que reforçamos nosso foco no desenvolvimento, mas talvez muitas equipes não tivessem recursos para desenvolver jogadores. Mesmo assim, vimos um ótimo desenvolvimento. As ERLs são ótimas. Acho que o programa universitário da América do Norte tem sido ótimo. Acho que vimos um desenvolvimento muito bom na LCK Challengers. E a LDL revelou talentos em série durante bastante tempo.
Então você diria que o segundo escalão está numa boa situação?
Não.Acho que o segundo escalão está numa situação melhor do que esteve por um bom tempo. Uma das coisas nas quais estamos focados agora é como criar mais oportunidades desse tipo para que os atletas do segundo escalão tenham um objetivo além de apenas pensar: “Talvez eu tenha boas atuações e um time do primeiro escalão me contrate.” Acho que o WSCI foi um primeiro passo muito bom nessa direção. Estamos estudando alguns planos para, quem sabe, ampliar essas oportunidades no ano que vem. Acho que é melhor ter competições internacionais do que não ter. Ter um torneio maior de segundo escalão na América do Norte ou na Europa — não sei como fazer algo maior que o EMEA Masters neste momento, mas é ótimo ter essas competições. Ainda assim, não acho que seja suficiente, então estamos tentando desenvolver mais iniciativas nessa direção.
A Demacia Cup foi, na minha opinião, um grande avanço em relação ao Asian Invitational do ano passado, que reuniu apenas três regiões. Neste ano, conseguimos reunir o mundo todo. Acho que a equipe responsável por isso, junto com nossos parceiros externos, fez um trabalho incrível. Estamos começando a pensar em como podemos continuar expandindo a Demacia Cup. Uma das coisas que nos interessam é como criar mais competições internacionais que não envolvam apenas os 16 times que vemos no Worlds. Acho que a disputa entre os times do escalão logo abaixo é empolgante para os fãs. Acho que é bom para esses times e seus jogadores profissionais. É ótimo para o desenvolvimento e proporciona intercâmbios muito bons entre as regiões. Então estamos trabalhando bastante nisso.
As segundas divisões também atraem um público menor nos esportes tradicionais e, ainda assim, sobrevivem. No momento, falando da EMEA, as ERLs não estão na melhor situação — muitas organizadoras de torneios estão saindo, não sabemos como será LFL no ano que vem...
Por que as consequências de uma audiência menor são tão mais severas em League of Legends do que nos esportes tradicionais? É porque, para começar, não há dinheiro suficiente no primeiro escalão?
Acho que não há muito incentivo para investir no segundo escalão. Do ponto de vista dos patrocinadores, cada dólar investido no primeiro escalão rende mais, porque simplesmente há mais gente assistindo. Do ponto de vista das equipes, não há muito incentivo, a menos que você adore desenvolver talentos — como algumas orgs, que são muito boas nisso — ou esteja formando jogadores para a sua própria organização. E vemos muito disso; a LCK Challengers seria um ótimo exemplo. Não existe outra fonte de incentivo para que orgs independentes — além das universidades e dos times já existentes do primeiro escalão — entrem nesse cenário e desenvolvam talentos, porque não há oportunidade de lucrar com a venda desses jogadores.
E passamos muito tempo tentando resolver isso por conta própria. Tentamos resolver isso com os times. Não existe um bom modelo para isso. Acho que cláusulas de revenda, por exemplo, são um dos motivos pelos quais as competições de futebol em várias divisões funcionam tão bem no mundo todo, e há muito dinheiro na maioria dos níveis do futebol. Já competições como as ligas menores de beisebol nos Estados Unidos historicamente têm muita dificuldade para se manter saudáveis financeiramente. É um problema inerente ao sistema. Acho que vemos isso em muitos lugares.
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Ainda não temos uma solução global, mas é algo em que estamos trabalhando. Não perdemos a esperança
Chris Greeley ao DPM.LOL
Você acha que há uma forma de salvar a situação ou o segundo escalão está condenado?
Não, definitivamente não acho que esteja condenado. Estamos na mesma situação difícil há 10 a 15 anos. Em alguns anos, parece melhor; em outros, pior. Sentimos que estamos no caminho certo para criar mais dessas oportunidades. Acho que o WSCI foi um sucesso até do ponto de vista de um organizador de torneios. Acho que EMEA Masters é um sucesso. Há outros pontos — quem está acompanhando pode dizer: “Bom, e aquele time naquela liga? E todos os problemas que estamos enfrentando em outros lugares?” Ainda não temos uma solução global, mas é algo em que estamos trabalhando.Não perdemos a esperança. Acreditamos, sim, que existe um caminho.
Vocês testaram a comunicação dos técnicos na Demacia Cup e durante todo o ano na LCP
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Não sei se as comunicações dos treinadores tiveram um grande impacto, positivo ou negativo — foi interessante, mas não sei se é algo que vamos manter a longo prazo. Pelo que vi até agora, não é tão animador
Chris Greeley ao DPM.LOL
Não sei se teve um grande impacto, positivo ou negativo. Esperávamos que fosse algo divertido para os fãs — uma breve visão da estratégia das equipes durante as partidas e de como os profissionais e os treinadores pensam sobre ela. Não acho que tenha acontecido dessa forma. Não acho que tenhamos visto o nível da competição subir ou cair. Não sei se vimos o nível de habilidade subir ou cair. Foi interessante, mas não sei se é algo que vamos manter a longo prazo. Vamos continuar analisando os dados. Ainda não tomamos uma decisão final, mas, pelo que vi até agora, não é tão animador.
Antes do Worlds, você disse que é raro haver um evento internacional sem preocupações com vistos e que trabalharia com as equipes, agências e contatos no governo para que todos os jogadores classificados pudessem entrar nos EUA. No fim, ZUIAN nunca conseguiu seu visto, e outros jogadores e integrantes do staff também tiveram dificuldades. Como você explica isso e já esperava que acontecesse?
Como eu disse, sempre temos problemas com vistos. Em alguns anos, não só nos EUA, não conseguimos viabilizar a entrada de jogadores ou membros do staff. Cada pessoa tem uma situação específica, e estamos lidando com governos nacionais, então não existe uma solução simples. Trabalhamos com políticos nos EUA e recebemos muita ajuda para que muitas pessoas conseguissem passar pelo processo. Esse sempre foi o plano.
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Nos deparamos com um ou dois problemas de visto que, no fim, não conseguimos resolver — de vez em quando, acabamos dando de cara com uma barreira. É muito lamentável. Definitivamente não era o desfecho que queríamos.
Chris Greeley ao DPM.LOL
Nos deparamos com um ou dois problemas que, no fim, não conseguimos resolver, apesar dos melhores esforços da Riot, de um senador dos EUA e de agências externas nos EUA e na China — muita gente estava trabalhando nisso. De vez em quando, acabamos dando de cara com uma barreira. É muito lamentável. Definitivamente não era o desfecho que queríamos. Vamos continuar trabalhando nos processos de visto, e o melhor que podemos fazer é construir relações melhores, ou continuar construindo relações, com governos nacionais. Alguns países são mais fáceis do que outros. Alguns países abrem um pouco mais as portas para os esportes eletrônicos, outros não.
O stage suíço tem um formato que tem sido muito debatido. Alguns querem um seeding que reflita melhor a força das regiões e a posição das equipes, outros querem a volta dos grupos, alguns querem acabar de vez com as BO1s e outros sugerem um sistema de pontos com BO2s — três pontos por vitória e um por empate. Qual é a sua avaliação, e o stage suíço veio para ficar?
O formato suíço veio para ficar. Quer dizer, essa é fácil, né? Substituímos os grupos por um motivo. Você pode usar grupos no formato GSL, sem jogos que não valem nada, mas eles não funcionam exatamente da mesma forma — são basicamente apenas um bracket. O antigo group stage tinha muitos jogos que não valiam nada. Seria diferente se fossem duas equipes sem mais nada em jogo, fazendo essencialmente uma partida de exibição divertida. Mas às vezes uma equipe sem nada em jogo enfrentava outra para a qual o resultado ainda importava, e isso gerava resultados muito, muito distorcidos e assimétricos.
Gostamos do formato suíço. Acho que os fãs gostam dele. Os sorteios foram incríveis. Acho que, assim como nos anos anteriores, tivemos muitas histórias ótimas neste ano.
Isso também explica por que as quartas de final e as semifinais acontecem em sequência?
Sim. Antes fazíamos um fim de semana de quartas, depois um de semifinais e outro de final. Ao juntar tudo, eu estava preocupado que ter as quartas na terça, quarta, quinta e sexta fosse menos empolgante para os fãs, mas acho que essa sequência de seis dias funcionou muito bem no ano passado. Estamos vendo muita empolgação neste ano, então vamos continuar assim. Mas, sim, sempre vamos analisar o formato suíço no fim do ano. Sei que, com Fearless, parece estranho ter partidas em Bo1, né? Por que usar Fearless se você vai fazer partidas em Bo1? Estamos tentando equilibrar como manter o torneio empolgante, garantir que possamos ver todas as equipes jogarem e evitar que o formato suíço se estenda por duas semanas. É esse tipo de coisa que estamos tentando resolver.
Os trailers pré-partida são uma parte importante do que dá ao Worlds seu ar de prestígio — os enredos, as narrativas, a história dos times... Neste ano, pareceu que havia uma ou duas frases por jogador e algumas imagens. Houve um corte no orçamento dessa parte e, se sim, por quê?
Não. Não houve impacto no orçamento dos nossos trailers especiais. Acho que a equipe adotou uma abordagem criativa diferente. Parece que os fãs não gostaram dessa abordagem diferente. Entendo perfeitamente. A equipe está bem ciente disso. Vamos analisar isso a fundo e descobrir o que fazer.
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Fizemos algo, os fãs não gostaram, vamos tentar melhorar no futuro — essa é a resposta mais honesta que posso dar
Chris Greeley ao DPM.LOL
Então isso não teve nada a ver com orçamento?
Não, não houve cortes nessa área. Vi algo hoje de manhã dizendo que, depois do trailer de ontem, as pessoas estavam falando: “ah, agora a Riot teve que fazer um trailer para os três dias e está montando tudo às pressas.” O que é estranho, né? Porque entendo que o trailer de ontem foi mais um “aqui está a história completa das quartas de final”, sem focar especificamente na partida da Top Esports
Se houvesse grandes momentos em League, a empresa gostaria de investir neles. Mas ainda quero agir de forma racional. Não é como dizer: vamos voltar a despejar um monte de dinheiro em algo. Acho que isso passa um sinal ruim para as equipes sobre seus próprios gastos. Estamos tentando criar uma competição excelente, que seja muito divertida de assistir. Acho que temos um equilíbrio bem bom no momento. Obviamente sou suspeito para falar, mas gosto do estágio em que estamos.
No Valorant, o marketing digital relacionado às equipes tem ganhado força. LoL Next também poderia abrir as portas para mais conteúdo digital das equipes dentro do jogo, algo que poderia ajudá-las a serem mais sustentáveis?
Mudamos o modelo de negócios para dar mais foco ao digital, e acho que estamos em uma situação satisfatória. Certamente não estamos alcançando os números que Valorant alcança no momento, mas acho que há espaço para melhorar. Conversamos muito com a equipe do jogo sobre como os fãs demonstram sua paixão dentro dele. São jogos fundamentalmente diferentes: em Valorant, todo mundo precisa de uma skin de arma, certo? Todos usam as mesmas coisas. Quando criamos skins ou cromas em League, se você não joga na mid lane, não é main de Braum, não gosta de Sion ou nunca quer jogar com ele, não tem motivo para comprar a skin ou o croma.
O que você acha, por exemplo, de um cosmético para o Rift?
Acho essas coisas legais. Já apresentamos todo tipo de ideia à equipe do jogo, e eles têm sido ótimos parceiros. Hoje participei de reuniões com o pessoal da equipe do jogo e todos estavam com Worlds passando. Acho que todos realmente valorizam o que está acontecendo aqui. Acho que as pessoas se sentem envolvidas, e há uma vontade enorme de trazer mais produtos aos fãs para ajudá-los a expressar sua paixão.
Você acha que um dia isso vai acontecer, que teremos mais maneiras de ajudar as equipes com esse tipo de coisa?
Claro, espero que sim.
Olhando para 2026 em retrospecto, você consegue citar um sucesso e talvez um fracasso do LoL Esports?
Costumo me concentrar muito mais no que dá errado do que no que dá certo. Um sucesso: achei que First Stand foi muito bem este ano com a mudança para oito equipes. Sei que houve críticas ao tamanho do local — talvez essa possa ser a minha pequena falha — mas acho que isso nos ajudou a estabelecer uma presença no Brasil e colocar as coisas em andamento. Acho que WSCI e A Demacia Cup
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Trabalhamos muito com terceiros para criar competições, mas falhamos na etapa de ajudar as pessoas a encontrá-las e aproveitá-las
Chris Greeley ao DPM.LOL
Quanto aos fracassos, cometemos muitos pequenos erros o tempo todo e certamente somos cobrados por eles. Acho que o ponto sobre o qual ninguém falou muito, mas que discutimos bastante internamente, é que tivemos alguns eventos organizados por terceiros muito bons: EWC teve classificatórias em todo o mundo, ENC também teve classificatórias, sem falar em WSCI, Demacia Cup e KeSPA Cup. Não sei se fizemos o suficiente na Riot, em nível global, para dar bastante destaque a esses eventos e garantir que as pessoas soubessem que eles estavam acontecendo e como e onde assisti-los. Então, trabalhamos muito com terceiros para criar competições, mas falhamos na etapa de ajudar as pessoas a encontrá-las e aproveitá-las. Isso certamente está na lista de coisas que queremos melhorar para o ano que vem.
Uma mensagem final?
Espero que todos estejam acompanhando e curtindo o Worlds. Obrigado.
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. O que você aprendeu com esses testes? Na Riot, um teste geralmente significa que algo maior está por vir — isso quer dizer que em breve poderemos ver o Coach Comms em todo lugar?
Sinceramente, acho que isso é pouco provável. Um dos motivos pelos quais testamos coisas é simplesmente para ver o impacto que terão. Testamos a comunicação dos técnicos neste ano com ligas que demonstraram interesse. Conversamos sobre isso em nosso grupo mais amplo de liderança, alguém teve a ideia, e algumas pessoas na reunião acharam que era uma ideia muito interessante. Conversamos com algumas equipes profissionais e com algumas ligas e, por fim, fizemos o teste.
O formato é algo que sempre analisamos depois que o ano termina. Depois do primeiro ano, em 2023, mudamos algumas regras do sorteio porque não gostamos de tantos confrontos entre equipes da mesma região logo de cara. Não lembro se já havia a regra de não haver reencontros no primeiro ano, mas ela também existe por motivos parecidos — ninguém quer ver o mesmo confronto repetidas vezes. Então vamos dar outra olhada nisso. É difícil. Ouvi as opiniões de
Jatt
e
Vedius
sobre o assunto. Também encontrei Jatt nos bastidores e conversamos um pouco sobre isso. É difícil tornar o evento mais longo.
em específico, e os trailers que teremos nos próximos dias serão focados nas respectivas partidas. Mas esse sempre foi o plano.
Às vezes, tentamos coisas diferentes. É claro que os fãs viram o trailer de ontem e disseram que sentiram falta da narrativa e das histórias Entendemos essa frustração, levamos esse feedback para dentro da empresa e vamos incorporá-lo ao nosso processo enquanto definimos a estratégia de conteúdo para todos os nossos eventos no ano que vem. Às vezes, é uma resposta bem insatisfatória quando dizemos: fizemos algo, os fãs não gostaram e vamos tentar melhorar no futuro. Mas essa é a resposta mais honesta que posso dar.
E alguém como Phil Choi — foi uma decisão deliberada não trazê-lo de volta este ano? Sei que ele e sua equipe também fizeram o teaser da Champions' Final.
Temos vários parceiros criativos diferentes. Às vezes, alternamos entre eles. É que às vezes queremos um olhar diferente sobre algo. Também ouvi as frustrações dos fãs quanto a isso. Então, tudo ficou registrado.
A Riot investiu muito nos esportes eletrônicos no começo — na época de ascensão dos esportes eletrônicos e dos jogos em geral. Talvez até um pouco demais, algo que, a essa altura, já é meio que de conhecimento público. Se LoL Next for lançado algum dia, a Riot voltaria a investir mais em marketing e nos esportes eletrônicos?
É, acho que sim. É uma situação bastante hipotética. Mas o orçamento dos esportes eletrônicos de League não é definido com base no número de pessoas que jogam League. Não vimos grandes oscilações. Acho que fizemos o possível para reduzir custos — eliminar uma semana entre as quartas e a final nos ajuda a economizar, e parte desse dinheiro é reinvestida em outras áreas da produção, mas outra parte investimos em outras partes do ecossistema ou simplesmente em outras áreas da Riot. Não tivemos conversas do tipo: “Ei, vocês precisam economizar US$ 10 milhões, cortem um monte de coisas.” Não funciona assim.
Esse é mesmo o objetivo central dos cosméticos de esportes eletrônicos no jogo: como ajudar as pessoas a demonstrar essa paixão.
, e muitos dos nossos eventos organizados por terceiros. Talvez o maior sucesso tenha sido o programa Home Grounds. Seja o Home Grounds na Coreia, as viagens, o Home Ground na América do Norte ou as ações em campi universitários — tivemos um impulso muito positivo graças às equipes parceiras, que ajudaram a levar eventos e mais experiências diretamente aos fãs, e isso foi muito gratificante neste ano.